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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A bomba perdida





Os Estados Unidos perderam uma bomba nuclear debaixo do gelo no norte da Gronelândia, na sequência da queda de um dos seus bombardeiros há 40 anos. Thulé, construída em plena guerra-fria nos inícios da década de 1950, ,e considerada de grande importância estratégica e elemento-chave da cadeia de radares do NORAD (sistema de vigilância do espaço aéreo dos Estados Unidos).



A 21 de Janeiro de 1968, um B-52 despenhou-se no gelo a alguns quilómetros de Thulé e as equipas de investigação conseguiram apenas recuperar três das quatro bombas nucleares que seguiam a bordo da aeronave.



imagem de um B-52





Em Abril do mesmo ano, buscas submarinas realizadas para localizar a quarta bomba não tiveram qualquer sucesso.
Segundo a BBC, responsáveis norte-americanos estimam que a radioactividade deve ter-se dissolvido na imensa massa de água da região, impedindo qualquer perigo de contaminação. A presença de armas nucleares na Gronelândia, território autónomo sob administração da Dinamarca, foi guardada secretamente, assim como a natureza das buscas efectuadas para localizar a bomba.

Documentos classificados obtidos por um grupo de ex-trabalhadores de uma base americana em Thule, sugerem que uma de 4 bombas de hidrogénio que vinham a bordo de um B-52 que se despenhou em 1968 nunca foi encontrada. O acidente, que se sucedeu em janeiro de 1968, levou a uma crise de relações entre a Dinamarca e os estados unidos.

Ku Klux Klan (KKK)



website: http://www.kkk.com/




Ku Klux Klan é o nome de várias organizações racistas dos Estados Unidos que apóiam a supremacia branca e o protestantismo (padrão conhecido também como WASP) em detrimento a outras religiões. No seu auge esta organização foi localizada principalmente na região sul dos Estados Unidos em estados como Texas e Mississipi.




Membros da Ku Klux Klan desfilam em Washington, na Pennsylvania Avenue, 1928



Símbolo do mal

O emblema da KKK é circular em referência ao nome da organização – que vem de kuklos, “círculo” em grego. Dentro dele existe um losango que guarda uma “gota” do sangue derramado em nome da raça ariana.



A Bandeira

Originalmente, os integrantes da KKK usavam a bandeira confederada nos rituais. Mas, com a derrota dos sul-americanos na Guerra Civil Americana, ela foi substituída pela dos EUA. A presença da bandeira faz sentido: a organização foi sempre ultranacionalista e xenófoba.


A cruz

Atear fogo a uma cruz era o primeiro passo da cerimônia. Para os membros da KKK, a cruz em chamas é uma alusão ao fogo de Cristo. No passado, quando não havia luz elétrica, a chama acabava também por ajudar a iluminar o local, já que os rituais ocorriam sempre à noite.



A vestimenta

O uniforme – capuz e túnica brancos – foi inspirado na ordem religiosa dos Pastas, da Espanha. Alguns historiadores, no entanto, preferem acreditar que estas vestimentas representavam fantasmas de soldados confederados, que morreram durante a guerra civil.








Existência do grupo: 1º Klan 1865-1870 - 550,000 membros
2º Klan 1915-1944 - 4,000,000 membros
3º Klan 1945-Presente Membros - 8.000 membros

Posição política: Extrema-direita